terça-feira, 9 de junho de 2009

O ateliê e o(s) artista(s)


O ateliê e o(s) artista(s).
A Pierre Weil

Há quem veja a arte do artista.
Há quem queria saber sobre a arte.
Há quem queira saber sobre o artista.
O que importa?
È a arte do artista...E o artista sereno e tranqüilo, percebe os movimentos.
Os que o buscam, ele fala da arte... Qual fachada tridimensional.
Sentem o bem-estar no ambiente do artista, ou seja, o campo onde a própria essência aterrisou.
Ao externo se expressa o que o necessário, um meio de aqui estar.
Artistas conscientes - Almas sempre conscientes.
Estar em sintonia coração é tão natural, mas se torna um “chamativo” pois se exala energia!
Os que vêm podem “pensar”: é um atrativo físico.
Para outros: há como um diferencial.
E em todos há a Essência Luz.
Na visão tridimensional, sente-se, mas atribuí-se (ainda) ao outro.
Onde em energia: A dualidade se rompeu.
Esta a vista física?
Não, sente-se. Sente-se o bem-estar ao se estar.
A obra seria o importante...Onde se enquadra a importância?
O artista ciente que externa o ser quem é.
A valorização externa tridimensional vai para onde ou a que?
No ateliê há esboços de artes não acabadas...
Mas o artista sente que se for necessário: acabara, no tempo certo.
Na cronologia do seu tempo esta diante da Sintonia que permeia a tridimensão.
O tempo pessoal: a cada ser é variante.
Alguns despertam diante de uma consciência vinda do externo, por vezes por meios dolorosos. Alguns sentem que tem em si o meio.
Entre o artista e a arte – há o meio.
O artista sente-sabe que ao expressar sua Arte esta diante de medidas-ações, que retirará seu peso aqui-agora.
Nem antes nem depois, cada um tem o tempo pessoal.
O que se evidencia é: À medida que o artista esta presente e cumpre o que veio realizar, solta-se do antigo padrão dual, pois este se rompeu.
Não adianta se segurar ao antigo dual, só faz a alma se distanciar.
Como o artista se manterá? Pergunta bem racional, onde é vital o se manter.
Adianta falar que ao se realizar medidas ações, existe o Manter-se.
Que ao manter-se em harmonia o fluxo flui naturalmente.
Só experienciando o que a alma - artista aponta e leva-nos.
O padrão de energia estará qual o que se propôs.
O Meio são ações expressas. O meio não está alinhado ao antigo padrão.
Sejam em que áreas forem, dentro do que se sente: não há maior, ou melhor.
E sim ações que liberam o ser quem é. Onde a alma - artista pode expor o que veio aqui realizar.
As ações expressas, não necessariamente estão a vista ou é algo tão grandioso quanto a mente classifica. Pois o grandioso a tridimensão esta AINDA ligada ao quantitativo que “parece” dar “segurança”. Aonde a segurança vem naturalmente de simplesmente deixar a alma apontar o meio. E dentro do meio, onde queira ou não a dualidade rompeu, gerara a segurança necessária.
Esta dentro de cada um que sente.
O artista e sua arte estão à espera do tempo pessoal.
Alguns artistas se re-encontram, sentem a alegria natural: festa!
Já celebram...Pois sentem que num logo: artistas estarão realizando os meios que gerarão o Meio de retorno ao Lar

7 comentários:

Eu Sou Você disse...

Festa!

Tereza Ferraz disse...

Sentimos: Festa!

ney disse...

Acho que nossa arte deve ser nosso jeito de ver e sentir, vibrar, de criar livremente, com nossa sensibilidade e identidade. Talvez não se tenha o dom de saber transmitir, descobriremos um outro modo de ser. ney/

Norma Villares disse...

Senciente Teresa, este pássaro Divino alçou vôos em direção ao Logos, e deixou uma grande lacuna nas almas saudosas e sedentas de holocentramento. Ainda conspira e atinge o SER com sua sensibilidade, em todas suas multidimensionalidade e em seus plúrimos estados conscienciais.
Estou aqui na escuta inclusiva!
Lindo!
Paz Profunda!

Tereza Ferraz disse...

Oi ney/
cumungo contigo: o ser!

Tereza Ferraz disse...

Sim querida Norma: este pássaro alçou os vôos...
Abraço

marcelo dalla disse...

Lindo texto, muito sensível! Todos nós somos artistas. Alguns ainda não tiveram a oportunidade de desenvolver seus dons... mas tudo a seu tempo. A Arte é um portal para a espiritualidade! bjos