sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Sempre



No Silêncio, e vazio da mente.
Existe só o Agora Sempre.
Respirando e exalando.
Ritmo do pulsar coração.
Luz acessa em todos nós.
A Luz e o Sempre: Amor.
A percepção amplia-se: o Prometido ocorre!
O render Graças...


sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Observa


Olhando a própria imagem refletida,
do Lá ao Cá, Cá e Lá.
Qual arco, ponte.

Dentro da visão tridimensional: difícil enxergar.
A percepção da energia coração, Amor: o fluxo expansão.
Há mudanças...
A pergunta que a mente faz: para onde?
E a resposta: onde teu coração aponta.

domingo, 4 de outubro de 2009

Despertar


Dentro do não tempo, sente-se: Agora.
Este sentir entra no aqui em terra pelo coração, e trás o Agora.
E o prometido fica mais e mais sentido e visível.

Tuas palavras e promessas.
Não fogem ao sentido, o sentido teve que percorrer o tempo.
E torna-se sentido caminho,
torna-se sentido no coração.
Não são dúbias, são claras como a Fonte, são as mesmas há séculos.
A limitação racional enquadrou,
o que foge ao quadrado da matéria e transcende.
E cada um que as sente: exala nos quadrantes.
Despertar...Despertar ao compromisso assumido por si mesmo.

sábado, 3 de outubro de 2009

Momento

 
Momento de silêncio.
Árvores em meio às areais...
Luz permeando Tudo. 

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Passo

Um passo é dado.
Diante de “longo tempo”: manutenção.
Onde a Água era dada aos que tinham sede.
Agora seguem a Fonte.
O passo dentro do compasso da canção.
Há consciência do foi e será.
O É... vem o leve sorriso, a condução norteia - como sempre.
Passo, que se enquadrar na classificação mental, sairá um: é muito.
A resposta: são para os que sentem.
A “seleção” não é de ninguém, é apenas e tudo: Sintonia.
A flecha no Ar indica e mostra: rumo.
Juntos no Somos, um abrigo.


terça-feira, 29 de setembro de 2009

Ouvis-te


Ouvis-te?
O som surdo, rasgando véus que “prendiam” o Ilimitado.
Som das teclas,
Som da flecha,
Som de festa...
E o coração comungando,
no ritmo da canção: há Soma... mais e mais.

Silenciosa “espera”, mas sentindo e olhando: o Sol Nascendo.
Um longo suspiro: enfim!



sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Guardiões



Gaivotas e Garimpeiros.
Um trato firmado há tempos.
Como aves antigas, zelam.
Voavam observando, voavam nutrindo o povo com a energia.
Cada cota dada: nutriram.
Cada zelo: mantiveram...
Gaivotas sábias.
Por vezes, gaivotas em terra: garimpeiros


Garimpeiros antigos, puxando suavemente e lapidando, a pedra angular de cada ser.
Longo trabalho... as peneiras ao lado a repousar
Sábios Garimpeiros.
Gaivotas que sentem, alimento energia: já em expansão...
Garimpeiros que sentem: as pedras estão expostas...
Se faz necessário Lugar, onde juntos: guardiões antigos e povo, olharem para o céu.
E sentindo, verem: há luz.
Luz interna e Luz externa.


Aos guardiões de eras, que mantiveram e sustentaram a energia.
Profundo e Sentido: Respeito.

domingo, 20 de setembro de 2009

Movimento e Expansão



Palavra.
Falo a ti Arqueiro, na sintonia e no silêncio, cá estamos cientes que cada palavra: arcamos.
Cada uma dela, arco.
Inclino-me ao tom da condução, e sigo...

Qual pensamento que se projeta ou acompanha o movimento,
qual emoção que preenche ou não.
A escolha da freqüência muda o foco.

Área coração, comungada com elos.
Elos sentidos saem palavra: sempre.
O ideal sentido: silêncio.
Mas elas surgem...Vindas do que foi fincado e firmado.
Dentro do prometido. No prometido e permitindo-se, há Condução.
E o prometido - tão visto: cumpre-se.
Há expansão.

A afirmativa: arca-se com cada uma proferida.
As interpretações não detêm...estão se alinhado.
Como energia, está sujeita tudo, as variantes das interpretações ou as freqüências, mas não se exila o teor do Ser. Somente expõem: Seres.

Nas exposições da expansão, 
viajantes sabem, pois sentem que têm o mapa, 
está no pulsar coração em ritmo,
não há premio, exceto o retorno ao Reino. 
E o retorno é dado de mãos dadas.
A palavra não é de Um, é o som de Todos Viajantes. 
O som sendo entoado, qual murmúrio: som do coração.

E no movimento sentido da expansão vindo da condução: Seres sentem.
No silêncio é: seguimos...



quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Arqueiro

 

Nossas palavras.
Nossas falas, nossas comunicações, nossos gestos.
O contexto está nas freqüências que são proferidas.
Sem serem tuas ou minhas,
Exceto a sintonia que há necessidade ser mantidas.
Só dentro dela, energia coração, faz: sentido.
E lendo: Vamos?  - Dimensões Internas. Belo e sentido texto: inspiração.
E dentro também do contexto, assim facilita a própria mente se nortear.
Compreensão amorosa
Na compreensão amorosa: abraços, ato coração, onde o ser se desloca para situações (causa ou efeito).
Se o olhar for de Cá, cabem poucos, no abraço.
Mas a extensão da energia é ilimitada,
transborda e transcende onde “ainda” para a mente: é impossível.
E vem daí a escolha? Da limitação ou classificação dada por ela.
Impera o silêncio,
E nele tudo é sentido.
Sentido o respeito com o tempo de cada ser,
sentido que: tantos sentem... Mas falar, falar o quê? 
Se junta aí o comprometer. 
Ressurge a lembrança do Arqueiro,
Mirou os alvos e atingiu o coração... Dor alguma.
Inúmeros Si propuseram estar nesta área.
Arqueiro,
Ao som das palavras,
Cientes: responsáveis!
Arcando com cada uma delas.
...AR Quero.

domingo, 13 de setembro de 2009

Ali



Gritei, um grito surdo, e ouvis-te...
A resposta: brisa morna.
Olhando e sentindo,o movimento, o coração em ritmo...
Sentindo os movimentos da natureza, respira-se...
Sentindo a própria natureza interna, respira-se.
A mente acompanha e indaga: como permanecer neste contato?
A ela, cabe, a constância.
Pois no coração há permanência.
O olhar não é vago, olha o céu, o coração responde.
Sem divisa, embora em terra há o tempo e a distância.
Mas ao ser; ser energia coração,comungo com o ali.
Dentro do ser, há a certeza: não há tempo nem distância.
Abre-se tempo, e voa-se no aqui agora.
O sentido foge dos cinco.
A percepção da energia coração... Não, não toco o impossível.
Toco o ali, ali tão esperado e nunca cansado.
E ali me refaço.
E rendo minha vontade a Tua vontade.
Ecoa uma vontade...
A minha: de Lá ficar, lá o lar,
oitavas acima.
Não, não é alto...é simplesmente ali.
Uma vontade de tantos, e no tantos, pelos elos dourados dar-se à Soma.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Lá e Cá

 
-->
Achar que era só esperar e assim, chegar.
Mas alertou-me, como um risco no chão...
O movimento é mútuo.
Tanto de Lá como de Cá.
Um movimento de liberdade que, sem peso, nos faz voar.
Rompe-se a dualidade, área coração, e estamos.
Estamos cumprindo e seguindo.
Realizando em ações, o sentir: ali real.
Que se parar no enquadrar em regras ou rótulos, fica-se a margem...
Viajantes dão-se as mãos e sentem o ali, vêem o ali...
Acostumam conscientes: o Lá e Cá.
Como induzir paz, sintonia comunhão, Amor Luz?
Não como
Permitiram sentir, chegar e entrar, para assim estar.
E sentem, que existirá o vôo...

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Permitir

 

Emergir... É tão intenso de sentir
Apenas por haver se permitido sentir o amor ...
Luz que aquece o arquivo interno,
Sol que derreto o gelo...
Se permitir sentir coração,
Entrando nele, para assim estar.
Permitir...permitir sentir...
Por vezes falta o corrimão mental, mas o sentir segue...
Caso não acompanhe, fico a margem...
O mundo fica preto e branco.
Caso não acompanhe a sua antessala é de lamentações, de um “foi” passado...
E o que o coração mostra é o agora aqui presente, em presença amor.
O Reino ​Amor ​impera​​, sem imperador - É imperativo
...permitir estar em si e emerge
No silêncio partilhado, apenas permitindo...

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Vento

 

O vento inclina a vegetação do campo numa bela sincronia...
O silêncio, só há o vento,
ele trás mensagens...
Um só vento e a decodificação da mensagem: é de cada um.
Estando dentro do silêncio e sentindo o vento,
O profundo respeito com a natureza da terra e dos seres.